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Universidade Federal de Sergipe

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Banco de Dados (Patrimônio, Ciência e Tecnologia)

(1) Título: Museus, ciência e educação: novos desafios

Autor: Maria Ester Valente, Sibele Cazelli e Fátima Alves

Tipologia: ( X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  (  ) outros

Procedência institucional:  História, Ciências, Saúde – Manguinhos, vol. 12 (suplemento), p. 183-203, 2005.

Quantidade de Páginas: 20

Resumo: Este artigo discute a conformação do papel social dos museus de ciência pelo fazer científico e tecnológico, pelas demandas da sociedade e pelas questões educacionais, sobretudo na negociação com seus públicos. Analisam-se a trajetória de consolidação dos museus de ciência no Brasil e as modificações dessas instituições impostas pela sociedade atual. Discute-se como a comunicação tornou-se o centro da discussão sobre cultura museal, especialmente por redimensionar o aspecto educacional segundo a concepção de práticas sociais, consideradas recursos fundamentais. Examinase, também, a incorporação das idéias de ‘risco’ e ‘incerteza’ produzidas pela ciência a essa nova forma de pensar os museus, na qual público e processos comunicacionais são valorizados.

Palavras-chave: museus de ciência; educação/comunicação; interatividade; sociedade de risco, cultura científica.

Link de acesso:

http://www.scielo.br/pdf/%0D/hcsm/v12s0/09.pdf

(2) Título: MUSEU DINÂMICO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA  UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA:  trajetórias e temporalidades dos acervos.

Autor: Paulo de Melo Noronha Filho; Patrícia Muniz Mendes.

Tipologia: ( X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  (  ) outros

Procedência institucional: Coleções Científicas Luso-Brasileiras: patrimônio a ser descoberto.

Quantidade de Páginas: 16

Resumo: A proposta deste texto é apresentar um  breve histórico da Escola e da Faculdade de Engenharia de Juiz de Fora, além de  algumas características de como temos atuado em relação ao trabalho de processamento  técnico referente aos acervos de objetos de ciência e tecnologia, arquivístico e  iconográfico do Museu Dinâmico de Ciência e Tecnologia – MDCT –  da UFJF e como a  preservação destas fontes de pesquisa promove meios para os diálogos entre pesquisas  sobre ciência e tecnologia não só no âmbito da história local, mas para além das  fronteiras nacionais.

Palavras-chave: acervo; preservação; ciência & tecnologia.

Link de acesso:

http://www.mast.br/projetovalorizacao/textos/cole%C3%A7%C3%B5es%20luso-brasileiras/06%20MUSEU%20DIN%C3%82MICO%20DE%20CI%C3%8ANCIA%20E%20TECNOLOGIA%20DA.pdf

(3) Título: TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO EM MUSEUS DE ARTE – NOVAS PRÁTICAS

Autor: Andréia  Menezes  de  Bernardi

Tipologia: ( X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  (  ) outros

Procedência institucional: Faculdade de Educação – Universidade Federal de Minas Gerais

Quantidade de Páginas: 08

Resumo: O artigo trata da relação entre tecnologia e educação em museus de Arte. O Museu Inimá de Paula em Belo Horizonte, Minas Gerais, foi escolhido como local de observação por ser o primeiro museu de Arte da capital mineira a instalar em seu espaço expositivo equipamento que oferece experiência estética e permite interação com o público, convidado a montar coleções virtuais. Em  consonância  com  a  terminologia  utilizada  para  designar profissionais  da  educação  que  hoje  atuam  em  museus  e  espaços culturais,  buscou-se  explorar  e  compreender  a  aplicabilidade  dos  termos relacionados à mediação cultural no âmbito de museus.

Palavras-chave: tecnologia & educação; museu; Minas Gerais

Link de acesso:

http://www.cleabrasil.com.br/Grupos/GRUPO%209%20VERDE/TECNOLOGIA%20E%20EDUCA%C3%87%C3%83O%20EM%20MUSEUS%20DE%20ARTE%20-%20NOVAS%20PR%C3%81TICAS.pdf

(4) Título: O MUSEU DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DA PUCRS E A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS POR PARTE DE ALUNOS  DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS.

Autor: Talita S. Chesini, Ingrid Alves, Juliane S. Giacomin, Valderez M. do R. Lima (orientadora)

Tipologia:   ( X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  (  ) outros

Procedência institucional: X Salão de Iniciação Científica – PUCRS, 2009.

Quantidade de Páginas: 03

Resumo: A presente investigação foi realizada com alunos de uma turma da Educação de  Jovens e Adultos (EJA) em visita ao Museu de Ciências e Tecnologia da Pontifícia  Universidade Católica do Rio Grande do Sul (MCT/PUCRS). O objetivo desse estudo é  compreender as contribuições de um museu interativo para a construção de conhecimentos  científicos por parte dos educandos da EJA.

Palavras-chave: EJA; Museu de Ciência e Tecnologia; interatividade.

Link de acesso:

http://www.pucrs.br/edipucrs/XSalaoIC/Ciencias_Humanas/Educacao/70566-TALITASGANDERLACHESINI.pdf

(5) Título: MUSEU DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DE CACHOEIRO  DE ITAPEMIRIM COMO ESPAÇO NÃO FORMAL PARA O ENSINO  DE CIÊNCIAS.

Autor: Michel Adriano Rabbi, Rodrigo Lima Melhorato, Diego Motta Libardi

Tipologia:  ( X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  (  ) outros

Procedência institucional: X V I I I   S imp ó s i o  Na c i o n a l   d e   E n s i n o   d e   F í s i c a  –  S N E F   2 0 0 9 – Vi tór ia,  ES.

Quantidade de Páginas: 08

Resumo:O Museu de Ciências de Cachoeiro de Itapemirim vêm sendo implementado desde  o ano de 2007, através de uma parceria envolvendo diversas instituições: Prefeitura Municipal, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Universidade Federal de Minas  Gerais (UFMG), Ministério de Ciência e Tecnologia, e Centro Universitário São Camilo  – Espírito Santo. O objetivo do Museu em Cachoeiro de Itapemirim consiste em fortalecer a  utilização dos espaços não-formais para a construção do conhecimento, bem como auxiliar  as escolas não só do Município de Cachoeiro de Itapemirim, mas de todo a Região Sul do Estado do Espírito Santo, suprindo as deficiências que determinas escolas possuem para a  realização de aulas práticas. Desse modo o museu será um espaço de construção  interdisciplinar onde contará com seções de  Geologia ,  Física, Biologia e Química. Além  destas várias seções o museu contará também com uma sala audiovisual e videoconferência, uma  biblioteca de multimídia , uma sala de informática e uma  Sala  polivalente. Um segundo propósito é tornar o museu um espaço de pesquisa e divulgação científica, onde serão oferecidos cursos e capacitação na área técnico-científica, através de  métodos presenciais ou por vídeo -conferência.  Ele será destinado ao público em geral,  alunos e professores. Durante a semana, pela manhã e à tarde, serão agendadas escolas,  que poderão aprofundar a teoria com as práticas de cada conteúdo, contidas no museu.  Durante à noite e nos finais de semana, o museu estará aberto para o público em geral. Espera -se que o museu proporcione uma capacidade de atendimento em torno de 14.400 alunos por ano, agendados por escolas. Acredita-se na circulação de um público de 24.000 pessoas durante a semana à noite e fins de semana. Aproximadamente 4.800 visitas ao laboratório de informática por ano e 4.000 visitas a biblioteca de multimídia, totalizando assim em cerca de 47.200 pessoas por ano de capacidade.

Palavras-chave: Museu de Ciências; interdisciplinar; pesquisa; divulgação

Link de acesso:

http://www.sbf1.sbfisica.org.br/eventos/snef/xviii/sys/resumos/T0808-2.pdf

(6) Título: Aprendizagem em Museus com Uso de Tecnologias Digitais e  Realidade Virtual

Autor: Vânia Marins, Cristina Haguenauer , Gerson Cunha, Francisco Cordeiro Filho

Tipologia:  ( X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  (  ) outros

Procedência institucional: Revista EducaOnline, ISSN:1983-2664, Laboratório de Pesquisa em Tecnologias da Informação e da Comunicação – LATEC/UFRJ,  Volume 3- no 3- setembro/dezembro 2009.

Quantidade de Páginas: 13

Resumo: Este artigo apresenta um projeto de pesquisa desenvolvido em parceria entre o  Grupo de Realidade Virtual aplicada, do Laboratório de Métodos Computacionais em  Engenharia – LAMCE/COPPE/UFRJ e o Laboratório de Pesquisa em Tecnologias da Informação e da Comunicação da Escola de Comunicação – LATEC/UFRJ, da  Universidade Federal do Rio de Janeiro, com o objetivo de desenvolver tecnologias  e metodologias para promover a aprendizagem, a partir do acervo de museus.

Palavras-chave: Realidade virtual; Tecnologias digitais; Games.

Link de acesso:

http://www.latec.ufrj.br/revistaeducaonline/vol3_3/4.pdf

(7) Título: Museus de ciências e tecnologia: Lugares de cultura?

Autor: Alda Heizer

Tipologia:  ( X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  (  ) outros

Procedência institucional: REVISTA DA SBHC, Rio de Janeiro, v. 4, n. 1, p. 55-61, jan | jun 2006.

Quantidade de Páginas: 07

Resumo:Pretende-se abordar questões relacionadas aos museus de ciência e tecnologia, ressaltando os usos e abusos de determinados conceitos, como o de memória, que comprometem o entendimento das funções das referidas instituições. Objetiva-se, também, ressaltar a importância de não se perder de vista que a concepção das exposições dos museus de ciência e tecnologia, os diferentes significados dos instrumentos científicos e máquinas que constituem seus acervos podem nos remeter a uma discussão mais ampla sobre museu, ciência e cultura.

Palavras-chave: memória; museus de ciência; cultura científica.

Link de acesso:

http://www.sbhc.org.br/pdfs/revistas_anteriores/2006/1/artigos_4.pdf

(8) Título: O PROJETO ARQUITETÔNICO, NOVAS TECNOLOGIAS DE  INFORMAÇÃO E O MUSEU GUGGENHEIN DE BILBAO.

Autor: David Moreno Sperling

Tipologia:  ( X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  (  ) outros

Procedência institucional: Dep. de Arquitetura e Urbanismo da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de
São Paulo.

Quantidade de Páginas: 06

Resumo: O trabalho parte de breves considerações históricas sobre as transformações tecnológicas no  processo de projeto-produção do espaço construído para refletir sobre o incremento atual de  novas tecnologias de informação no processo de projeto-produção em arquitetura, comparando-o  com o processo em engenharia mecânica e apresentando o caso paradigmático do Museu  Guggenhein de Bilbao.

Palavras-chave: tecnologia; arquitetura, Museu Guggenhein de Bilbao

Link de acesso:

http://www.eesc.usp.br/sap/projetar/files/A038.pdf

(9) Título: ESTUDO SOBRE CENTROS E MUSEUS DE CIÊNCIAS.  Subsídios para uma Política de Apoio.

Autor: Marília Xavier Cury e colaboradores.

Tipologia:  (  )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  (X ) outros: Relatório.

Procedência institucional: Vitae/ I Seminário Internacional sobre Centros e Museus de Ciências. São Paulo, Maio de 1999 a Janeiro de 2000.

Quantidade de Páginas: 35

Resumo: O apoio à implementação de centros de ciências em todo o país constitui uma das prioridades de Vitae, que assim objetiva contribuir para o aperfeiçoamento do ensino de ciências e para a educação científica de nossas comunidades. Desde 1990, somando projetos de pequeno e médio porte e um significativo apoio ao Museu de Ciência e Tecnologia de Porto Alegre, foram investidos aproximadamente US$ 6,500,000 em 22 instituições, algumas delas por mais de uma vez.  O presente documento é o relatório dos resultados obtidos no trabalho de mapeamento e estudo de centros de ciências, que foi solicitado por Vitae à profa. Marília Cury e colaboradores.

Palavras-chave: centros de ciência; educação científica; mapeamento.

Link de acesso:

http://www.abcmc.org.br/publique1/media/13093-marilia-final.pdf

(10) Título: MUSEU, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE: O MUSEU ENQUANTO  ESPAÇO DE DIFUSÃO E DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA.

Autor: Lúcio de Franciscis dos Reis Piedade Filho

Tipologia:  ( X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros

Procedência institucional: Foro ibero-americano de comunicação e divulgação científica.

Quantidade de Páginas: 08

Resumo: Propõe-se entender os museus não somente enquanto espaços de preservação de  História e memória, mas também como agentes de difusão e divulgação científica. Parte-se do princípio de que seus acervos representam excelentes instrumentos didáticos e metodológicos para a obtenção de novas experiências e informações, além de contribuírem para a aquisição de conhecimentos científicos. A partir desse uso importante do seu espaço, deve-se considerar o fomento de atividades educativas voltadas para a popularização das ciências. Tais atividades consistem na alfabetização científico-cultural das comunidades;  na promoção de cursos, palestras e seminários sobre temas pertinentes aos objetivos das instituições; no estabelecimento de ações de caráter educativo,  como a capacitação e o aperfeiçoamento de professores das redes públicas e privadas de  ensino; no desenvolvimento de atividades que contemplem a capacitação de funcionários e monitores para a recepção de visitantes, e dos estudantes da educação básica, visando aproximá-los dos temas científicos. Através dos museus, pretende-se ampliar o interesse pelas ciências, estimulando a preservação do Patrimônio Cultural e Ambiental no País. Em suma, analisam-se as múltiplas possibilidades de interação entre museu, ciência, tecnologia e sociedade, sem perder de vista o fato de que os museus constituem repositórios das lembranças de uma comunidade.

Palavras-chave: museologia, divulgação científica, patrimônio

Link de acesso:

http://www.oei.es/forocampinas/PDF_ACTAS/COMUNICACIONES/grupo3/070.pdf

(11) Título: Museu. Da exposição ao museu das tecnologias da saúde.

Autor: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa

Tipologia:  (  )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  (X ) outros: Livreto

Procedência institucional: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa, Instituto Politécnico de Lisboa. 11 de janeiro de 2007.

Quantidade de Páginas: 35

Resumo: O material textual (e imagético) se destina à perpetuação da memória das Tecnologias da Saúde, bem como de seus equipamentos, com o propósito de fomentar a criação de um futuro museu na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa.

Palavras-chave: memória; museu da tecnologia; saúde.

Link de acesso:

http://docweb.estesl.ipl.pt/Museu.pdf

(12) Título: Museus, ciência e tecnologia

Autor: Diogo Jorge de Melo e Luzia Gomes Ferreira

Tipologia:  (  )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( X) outros: Resenha de Livro

Procedência institucional: Bol. Mus. Para. Emílio Goeldi. Cienc. Hum., Belém, v. 6, n. 1, p. 245-248, jan.- abr. 2011

Quantidade de Páginas: 04

Resumo: O texto apresenta uma resenha do livro “Museus, Ciência e Tecnologia”, que apresenta os resultados do seminário homônimo realizado em outubro de 2006 pelo Museu Histórico Nacional (MHN) e Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST).

Palavras-chave: Museu, Ciência; Tecnologia.

Link de acesso:

http://www.scielo.br/pdf/bgoeldi/v6n1/a18v6n1.pdf

(13) Título: Salas do Museu Itinerante Ponto UFMG – desafios da arte e ciência

Autor: Tânia Margarida Lima Costa; Jessica Norberto Rocha.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: XII REUNIÃO BIENAL DA REDPOP 2011, Unicamp.

Quantidade de Páginas: 10

Resumo: O Museu Itinerante Ponto UFMG é um museu de ciência e tecnologia interativo adaptado em uma unidade móvel que atenderá escolas e cidades de Minas Gerais. Constituído de um caminhão com seu espaço interior adaptado em seis ambientes  apresenta uma proposta inovadora no Brasil. O museu, além de transportar artefatos e materiais para montagem de exposições e oficinas externas, oferece atividades que utilizam aparatos artísticos tecnológicos nos ambientes internos do baú. Um dos grandes desafios do projeto é aliar a arte e ciência a fim de implantar salas que ambientadas que proporcionem aos visitantes experiências estéticas e científicas inéditas.

Palavras-chave: museu, educação científica, divulgação científica

Link de acesso:

http://www.mc.unicamp.br/redpop2011/trabalhos/143.pdf

(14) Título: RELAÇÕES ENTRE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE E MUSEUS DE CIÊNCIA

Autor: Contier, D., Marandino, M.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: REUNIÃO BIENAL DA REDPOP.

Quantidade de Páginas: 05

Resumo:Este trabalho analisa como museus de ciências no Brasil exploram as relações e as interferências mútuas entre ciência, tecnologia e sociedade, utilizando como principais referenciais teóricos a educação com enfoque ciência, tecnologia e sociedade (CTS), a comunicação pública da ciência, a controvérsia científica e a controvérsia nos museus.

Palavras-chave: museus de ciência; educação; controvérsias.

Link de acesso:

http://www.latu.org.uy/espacio_ciencia/es/images/RedPop/Museologia/M03.pdf

(15) Título: O MUSEU INTERATIVO E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UMA PARCERIA  EM PROL DA EDUCAÇÃO CIENTÍFICA

Autor: Gabriela Dias Bevilacqua; Verônica Silva; Fabio Alexandre Brunis Falcão; Sônia Simões Camanho; Amanda da Silva Sant’Anna Ruiz; Fábio Carvalho dos Santos; Thiago Vicente da Silva; Tatiane Almeida Diorio; Ronald Rodriguez Costa; Paulo Henrique Colonese; Dra.Eleonora Kurtenbach; Dr Robson Coutinho-Silva.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: XII REUNIÃO BIENAL DA REDPOP 2011, Unicamp.

Quantidade de Páginas: 10

Resumo: O Museu Espaço Ciência Viva (ECV) desenvolve, desde o início de 2010, uma parceria com  o Colégio Estadual Julia Kubitschek (CEJK). Criado em 1982 sob a égide da interatividade e  da divulgação da ciência de forma prazerosa, o ECV atende a visitantes espontâneos e a  escolas com horário agendado. Já o CEJK pertence à rede pública do Estado do Rio de Janeiro  e, ao longo de seus 40 anos de existência, tem se caracterizado por formar professores para a  Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental. O vínculo destas duas instituições  permitiu o desenvolvimento de ações integradas entre o ensino formal e não formal no  processo formativo de futuros professores da educação básica. A grade curricular destes  estudantes compreende horas de práticas pedagógicas (320h) em instituições de ensino, o que  oportunizou esta parceria. Inicialmente, 28 alunos foram selecionados e as atividades tiveram  início com um curso de capacitação de mediadores para atuação em ambientes de ensino não formal. Ao longo de duas semanas, perfazendo 40 horas de trabalho, os alunos participaram  de 20 oficinas sobre temas diversos, como: sexualidade, física das rotações, jogos  matemáticos e reciclagem. Algumas destas oficinas foram ministradas por integrantes do  próprio ECV e outras foram conduzidas por professores universitários e profissionais de  diversas áreas. Entendemos que neste primeiro momento a pluralidade de atividades  interativas potencializaria o interesse dos alunos, proporcionando o contato com diferentes  profissionais ligados à ciência. Após o curso, 20 alunos frequentaram regularmente o ECV em  duas manhãs de cada semana. Sempre orientados por mediadores do museu, os alunos  passaram a acompanhar o atendimento às escolas nos seus horários de estágio. Dessa forma,  os futuros professores puderam interagir com alunos de diferentes faixas etárias e exercitar  suas capacidades de observação, diálogo e de atuação como orientadores. Nos dias em que não havia visitação de escolas, os alunos do CEJK aprofundavam a compreensão de  conteúdos a partir de discussões teóricas e práticas sobre as atividades interativas realizadas  no ECV. Alguns alunos desenvolveram grande interesse pelo trabalho no museu e optaram  por também participar dos atendimentos abertos ao público, realizados regularmente no  último sábado de cada mês. Em outubro o CEJK promoveu a Semana dos Normalistas, evento para divulgação de trabalhos realizados pelos alunos e de assuntos diversos. Os participantes  do estágio no ECV apresentaram, durante 4 horas, quatro oficinas aprendidas e praticadas no museu. Os próprios alunos foram responsáveis pela escolha, preparação e organização das  oficinas, sempre orientados pela equipe do museu. As oficinas escolhidas foram: extração de  DNA de frutas; percepção térmica; jogo das doenças sexualmente transmissíveis e jogo  desafio do sangue. Durante as apresentações alunos de outras turmas e séries participaram  espontaneamente perfazendo um total aproximado de 200 participantes. Durante as atividades  vários professores também interagiram e participaram das oficinas. Os professores do CEJK mostraram-se satisfeitos com os trabalhos e com a capacidade de interação e de apresentação  dos alunos. Estamos em fase de preparação e aplicação de um questionário para diagnóstico formal das percepções dos professores sobre esta apresentação e sobre o rendimento escolar,  especificamente nas ciências exatas e biológicas, dos alunos participantes deste projeto. Dessa  forma, espera-se obter uma avaliação dos profissionais, do ensino formal, diretamente  envolvidos com estes alunos. No que concerne ao espaço  não formal de ensino, foram  realizados alguns diagnósticos em diferentes momentos deste projeto. No início foram  investigadas as expectativas destes alunos em relação ao trabalho no ECV e ao longo do  projeto foram feitas avaliações sobre o interesse e a satisfação em relação às atividades realizadas. É possível adiantar que os alunos expressaram satisfação e alegria por terem  desenvolvido suas práticas pedagógicas no museu. Alguns deles ainda continuam  participando das atividades do ECV e dos atendimentos a escolas, mesmo já tendo cumprido  as horas curriculares obrigatórias de suas práticas pedagógicas. Ressaltamos a pertinência da  divulgação deste projeto pela originalidade da parceria entre as duas instituições de ensino  – ECV e CEJK. Com a qual, um museu  interativo de divulgação científica passa a contribuir  efetivamente e de forma continuada com uma instituição de ensino formal de formação de  professores. Situação que permite a contribuição com novas percepções das Ciências e do  ensino de ciências, proporcionando ampliação de conhecimentos e estímulo à criatividade dos  alunos para suas práticas futuras, como professores. Pretendemos dar continuidade a este  projeto em 2011 e efetivar a atuação do ECV como participante na formação de futuros  professores da Educação infantil e primeiro segmento do Ensino Fundamental do CEJK.

Palavras-chave: ensino não formal – museu – ensino de ciências

Link de acesso:

http://www.mc.unicamp.br/redpop2011/trabalhos/242.pdf

(16) Título: AGENDA DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS EM VISITAS ESCOLARES A UM  MUSEU.

Autor: Ana Maria Marques da Silva, Charles Tiago dos Santos Soares.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: XII REUNIÃO BIENAL DA REDPOP 2011, Unicamp.

Quantidade de Páginas:10

Resumo: Este trabalho apresenta seu foco de investigação nas percepções dos professores de  ciências que acompanha suas turmas em visitas escolares a um museu de ciências. Para tanto,  esta investigação se propõe a responder à seguinte questão de pesquisa: Quais as motivações e expectativas dos professores de ciências que planejam visitar ou visitam o museu de ciências  com seus alunos?

Palavras chave: museu de ciências, professores de ciências, visitas escolares.

(17) Título: ATIVIDADES DE ROBÓTICA PARA O PÚBLICO INFANTIL NO MUSEU DA VIDA

Autor: Luís Victorino; Rosicler Neves; Laís Rodrigues.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: XII REUNIÃO BIENAL DA REDPOP 2011, Unicamp.

Quantidade de Páginas: 06

Resumo: A robótica é um importante recurso capaz de engajar crianças e jovens na discussão de temas  de ciência. Física, design, informática, biologia e saúde, entre outras áreas do conhecimento,  podem ser  exploradas de forma lúdica por meio desse instigante recurso. Neste artigo,  relatamos duas iniciativas do Museu da Vida com o uso da robótica, as atividades “Um dia na cidade”  e  “Workshop de robótica”. Essas atividades, voltadas especialmente para o público  infantil, possuem um caráter multidisciplinar que exige a combinação de conhecimentos de  diversas áreas visando estimular o raciocínio lógico e o uso da criatividade,  auxiliar  a  compreensão de conceitos e estimular o trabalho em equipe em um ambiente lúdico.

Palavras-chave: Robótica, kit Lego Mindstorm NXT, museu de ciências.

Link de acesso:

http://www.mc.unicamp.br/redpop2011/trabalhos/290.pdf

(18) Título: MATERIAIS DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA PARA O PÚBLICO INFANTIL:  UMA PARCERIA MUSEU DA VIDA E COLÉGIO ESTADUAL HEITOR LIRA

Autor: Anna Karla da Silva Souza; Aretha Mendes Alves; Bianca Santos Silva Reis; Cláudia Araujo  Oliveira; Hilda da Silva Gomes;Luciana Sales da Cruz; Marcela Maria Freire Sanches; Silvia Regina Gomes; Suzi Santos de Aguiar.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: XII REUNIÃO BIENAL DA REDPOP 2011, Unicamp.

Quantidade de Páginas: 09

Resumo: O presente trabalho tem por objetivo informar os resultados alcançados pelo projeto  Ações Educativas em Ciências e Saúde: uma parceria museu-escola para a formação de  professores, contemplado com o apoio financeiro da Fundação Carlos Chagas Filho de  Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro – Faperj, em resposta ao Edital nº 06/2008 – Apoio ao Ensino de Ciências e Matemática em Escolas Publicas do Rio de Janeiro. O papel central de  nossa proposta é a idéia de parceria educativa, onde buscamos  estabelecer um elo entre os saberes do museu e da escola.

Palavras-chaves: Materiais educativos em museus; público infantil; parceria museu-escola.

Link de acesso:

http://www.mc.unicamp.br/redpop2011/trabalhos/303.pdf

(19) Título: COZINHANDO COM A QUIMICA: UMA PROPOSTA DE DIVULGAÇÃO DE  QUIMICA NO MUSEU DE ASTRONOMIA E CIÊNCIAS AFINS.

Autor: Douglas Falcão Silva, Fabio de Almeida Ribeiro, Flávia Tavares Teixeira, Rodrigo Ferreira Oliveira.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: XII REUNIÃO BIENAL DA REDPOP 2011, Unicamp.

Quantidade de Páginas: 06

Resumo: O texto é uma breve descrição do trabalho desempenhado por estudantes do curso de licenciatura em Química  enquanto estagiários no Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) atuando no desenvolvimento de uma das  atividades de divulgação científica da Coordenação de Educação em Ciências (CED) intitulada Cozinhando com a  Química. Durante sua execução, enfatizam-se: a participação do visitante no desenvolvimento das receitas,  principalmente as crianças e, o uso de uma linguagem que aproxime a Química ao cotidiano do visitante.

Palavras chave:Educação não –formal, ensino de Química, química dos alimentos, oficinas em museus de ciências.

Link de acesso:

http://www.mc.unicamp.br/redpop2011/trabalhos/332.pdf

(20) Título: OS/AS VISITANTES DO MAST E O CONCEITO DE TEMPO: CONSTRUINDO ESTRATÉGIAS PARA A  ABORDAGEM DO TEMPO NO MUSEU

Autor: Andréa Fernandes Costa; Maria Esther Alvarez Valente; Leonardo Carvalho da Silva.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: XII REUNIÃO BIENAL DA REDPOP 2011, Unicamp.

Quantidade de Páginas: 10

Resumo:   O tempo é um conceito multidisciplinar e que possui grande importância filosófica,  científica e histórica. Devido à sua relevância para a vida humana e para a ciência, deve ser  amplamente explorado pelos museus e demais instâncias de popularização científica. O presente estudo pauta-se no interesse de identificar os limites e as potencialidades dos  museus de ciência na promoção de discussões e compreensões acerca do conceito de tempo. O  desenvolvimento do projeto levou em consideração estudos realizados na área da educação em  ciências e que analisaram as concepções de diferentes públicos acerca do conceito tempo.

Palavras-chave: tempo; museus de ciência; educação; público.

Link de acesso:

http://www.mc.unicamp.br/redpop2011/trabalhos/336.pdf

(21) Título: Exposição em museus de ciências: reflexões e critérios para análise

Autor: Maria-Júlia Estefânia Chelini, Sônia Godoy Bueno de Carvalho Lopes

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  (  ) outros.

Procedência institucional: Anais do Museu Paulista. São Paulo. N. Sér. V. 16, n. 2, p. 205 – 238. julho – dez 2008 (ISSN 0101-4714).

Quantidade de Páginas: 35

Resumo: Hoje, no que diz respeito à sua interface direta com o público, os museus são considerados, em teoria, instituições com objetivos variados, como educação, lazer, informação e inclusão social. Neste contexto, as exposições aparecem como elemento fundamental da relação entre museus e sociedade, e a expografia torna-se, portanto, ferramenta de comunicação essencial para a efetividade do processo de divulgação. Mas, como se dá a comunicação nestes espaços? Trata-se o presente, de uma reflexão acerca das estratégias de comunicação nas exposições em museus de ciências e sua eficácia. Foram selecionadas três temáticas, a primeira delas é a dos tipos de exposição, e entre as numerosas possibilidades de categorização, optou-se por aquelas descritas por Dean (2003) e Davallon (1986 e 1989). Outra questão discutida é a do uso do objeto, tido, dentre as diferentes mídias a que se pode recorrer em uma exposição, como o diferencial do museu. Por fim, discute-se a questão da interatividade, por vezes reduzida à manipulação, a partir dos níveis propostos por Wagensberg (2000). Apontam-se exemplificações dessas temáticas na exposição de longa duração Pesquisa em Zoologia: a biodiversidade sob o olhar do zoólogo, inaugurada pelo Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo em setembro de 2002.

Palavras-chave: Comunicação; Exposição; Museu de ciências; Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo.

Link de acesso:

http://www.scielo.br/pdf/anaismp/v16n2/a07v16n2.pdf

(22) Título: Construindo saberes da Mediação na Educação em Museus de Ciências: o caso dos mediadores do Museu de Astronomia e Ciências afins/Brasil

Autor: Glória Queiróz, Sônia Krapas, Maria Esther Valente, Érika David, Eduardo Damas, Fernando Freire.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: Trabalho apresentado no I Encontro Ibero-americano sobre Investigação em Educação em Ciências, Burgos, Espanha, 16 – 21 de setembro de 2002, p. 77 a 88.

Quantidade de Páginas: 12

Resumo: Nos museus, às atribuições de preservação e estudo de seus acervos, tornou-se indispensável acrescentar a exploração educativa do seu conjunto material e simbólico. Assim, profissionais capazes de fazer a mediação entre o museu e seu público se tornam figuras importantes. Considera-se que a mediação requer um saber com dimensões peculiares: o saber da mediação. O presente trabalho apresenta resultados relativos ao saber da mediação de duas mediadoras do Museu de Astronomia e Ciências Afins, situado na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Tomando o paradigma do profissional reflexivo, o trabalho tem como objetivo principal conhecer as diferentes dimensões do saber da mediação na complexidade de museus de ciência e tecnologia, incluindo formas de complementariedade entre ações educativas formais e não formais. São sugeridas estratégias para a formação de mediadores.

Palavras-chave: saber da mediação; museu de ciências; transposição didática.

Link de acesso:

http://www.cienciamao.if.usp.br/dados/rab/_construindosaberesdamedi.artigocompleto.pdf

(23) Título:  MATERIAIS EDUCATIVOS DA EXPOSIÇÃO ÁGUA NA OCA

Autor:  Navas, Ana Maria; Monaco, Luciana; Contier, Djana; Khoury, Elissa; Mingues, Eliane; Domingos, Mario D.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: XII REUNIÃO BIENAL DA REDPOP 2011, Unicamp.

Quantidade de Páginas: 08

Resumo: Este artigo discute a concepção e produção de materiais educativos para a exposição itinerante Água na Oca, realizada na cidade de São Paulo (Brasil), uma parceria entre o Museu de História Natural de Nova Iorque e o Instituto Sangari. Três ações educativas foram concebidas: (1) um material educativo para o professor, (2) um almanaque educativo para os alunos e (3) um guia para a realização dos Encontros com educadores, atividade de formação continuada oferecida aos professores.

Palavras Chave: museus, materiais educativos, água.

Link de acesso:

http://www.mc.unicamp.br/redpop2011/trabalhos/158.pdf

(24) Título:  Imersão e Interatividade: Duas experiências para Centros de Ciências – DNA e NAVE.

Autor:  Galbetti, A.M.; Domingos, M.D.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: XII REUNIÃO BIENAL DA REDPOP 2011, Unicamp.

Quantidade de Páginas: 06

Resumo:  Na oficina são apresentados dois simuladores. Um, de forma interativa, aborda os conteúdos relacionados à síntese de proteínas, metabolismo dos ácidos nucléicos, o código genético e Evolução. Por meio de equipamento “touch screen” e “software” específico, permite a construção de diferentes sequências de nucleotídeos e proteínas utilizando o código genético. A intereção ocorre com possibilidade de modificar a sequência de nucleotídeos, obtendo diferentes respostas na estrutura protéica. O outro simulador é imersivo. Nele o visitante pode “viajar” por diversas áreas do conhecimento e receber estímulos sensoriais diversos. O modelo apresentado traz conteúdos relacionados às Ciências Ambientais e da Terra.

Link de acesso:

http://www.mc.unicamp.br/redpop2011/trabalhos/293.pdf

(25) Título: CIÊNCIA MÓVEL: A MEDIAÇÃO INFORMACIONAL NAS EXPOSIÇÕES DE UM MUSEU ITINERANTE

Autor:  Beatriz Schwenck; Beatriz Schwenck.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: XII REUNIÃO BIENAL DA REDPOP 2011, Unicamp.

Quantidade de Páginas: 09

Resumo: Verifica a construção da mediação informacional do museu itinerante “Ciência Móvel: vida e saúde para todos”, como contribuição para a ampliação do foco de trabalho dos museus de ciência sobre as interações informacionais e comunicacionais praticadas por sua equipe na concepção de exposições e em seus espaços itinerantes. Coloca-se como oportunidade de reflexão sobre as mediações realizadas em museus de ciência, sob o ângulo da informação, e sua função social como instituição de informação.

Palavras-chave: Mediação informacional; Mediadores; Museus itinerantes-Exposições científicas.

Link de acesso:

http://www.mc.unicamp.br/redpop2011/trabalhos/200.pdf

(26) Título: Os Museus e a Promoção da Cultura Científica em Portugal.

Autor: Ana Delicado.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: Sociologia, Problemas e Práticas, nº. 51, p. 53 – 73 (ISSN 0873 – 6529), Portugal, 2006.

Quantidade de Páginas: 20

Resumo: Neste artigo procurar-se-á explorar os laços que existem entre a gênese de museus dedicados à ciência e as retóricas e políticas de promoção da cultura científica. Averiguar-se-á como a necessidade de disseminar o conhecimento científico entre não cientistas tem sido mobilizada, por diferentes atores, como justificação para a criação ou o investimento em museus científicos. Salientando as especificidades do caso português, mas situando-o no panorama internacional, e prestando particular atenção às últimas décadas (mas sem esquecer os seus antecedentes), serão examinados os discursos e iniciativas desenvolvidos, com base em análise documental e entrevistas aos protagonistas.

Palavras-chave: Gênese de Museu de Ciência; Política de promoção da cultura científica, Análise documental; Entrevista aos protagonistas.

Link de acesso:

http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/spp/n51/n51a04.pdf

(27) Título: Tecnologia Digital para Bibliotecas, Museus e Arquivos.

Autor:  FRG/ Centro de Estudos e Recursos Multimediáticos/ fribeiro@ufp.pt

Tipologia:  (  )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  (X ) outros: Documento/Diretrizes.

Procedência institucional:  PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO E DA DOCUMENTAÇÃO – Universidade Fernando Pessoa – Porto. 2001.

Quantidade de Páginas: 36

Resumo: Este documento apresenta os tópicos do material a ser discutido no seminário Tecnologias de Informação Documental da Pós-Graduação de Ciências da Informação e da Documentação.

Palavras-chave:desafios tecnológicos; biblioteca; catalogação; internet.

Link de acesso:

http://www.cerem.ufp.pt/~nribeiro/aulas/tid/diglib.pdf

(28) Título:  As transformações da relação museu e público: a influência das tecnologias da informação e comunicação no desenvolvimento de um público virtual.

Autor:  Rosane Maria Rocha de Carvalho.

Tipologia:  (  )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (X )tese  (  ) outros.

Procedência institucional: Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ/Escola de Comunicação – ECO/Doutorado em Ciência da Informação. Rio de Janeiro, março 2005.

Quantidade de Páginas: 291

Resumo: Análise das transformações na relação museu e público, a partir dos questionamentos relativos à evolução dos museus, às novas tecnologias e, considerando os museus como sistemas de informação. Estudo das redes eletrônicas de comunicação e informação e o quanto a Internet/ Web contribui para a formação de um público virtual, para expandir a visitação in loco às exposições e aos demais setores de informação do museu, de forma integrada. A metodologia compreende o Museu Histórico Nacional como ambiente de estudo, o quadro teórico com autores da Ciência da Informação, da Museologia e da Comunicação e a pesquisa empírica, desenvolvida em duas etapas: análise das mensagens do correio eletrônico de visitantes virtuais do Museu Histórico Nacional para caracterizar o seu perfil e principais demandas de informação; verificação, com base em entrevistas via Internet, do comportamento e da relação entre público presencial e virtual de museu. Como subproduto desta pesquisa e com base nos resultados, é esboçada uma proposta de Portal de Museologia e Museus a ser implementado no país.

Palavras-chave: museu; público; novas tecnologias.

Link de acesso:

http://teses.ufrj.br/ECO_D/RosaneMariaRochaDeCarvalho.pdf

(29) Título: Tecnologia, interacção e cultura: novos horizontes.

Autor: Patrícia Teles Valinho; Ivan Franco.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: LIVRO DE ACTAS – 4º SOPCOM

Quantidade de páginas: 09

Resumo: A inovação tecnológica tem sido um dos factores de contribuição na mutação dos museus como espaços culturais. O desenvolvimento da tecnologia permitiu a criação de soluções interactivas inovadoras, modificando a relação dos visitantes com esses espaços e buscando novas formas de discurso na educação cultural. Este artigo procura desvendar esses novos horizontes, identificando casos da cultura portuguesa que espelham a implementação de soluções tecnológicas em museus ou exposições.

Palavras-chave: inovação tecnológica;  museus;  educação cultural.

Link de acesso:

http://www.bocc.ubi.pt/pag/valinho-franco-tecnologia-interaccao-cultura-novos-horizontes.pdf

(30) Título: Barreiras tecnológicas de acesso aos museus on-line brasileiros

Autor: Carla da Silva Flor; Tarcísio Vanzin; Tarcísio Vanzin.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: Design, Arte e Tecnologia 4. São Paulo, Universidade do Anhembi Morumbi, PUC-Rio e Unesp Bauru, 2008.

Quantidade de páginas: 15

Resumo: Este artigo apresenta uma análise aplicada a doze sites de museus brasileiros, tendo como base o software Truwex Online 2.0, para a verificação da acessibilidade em suas homepages. O método utilizado para essa análise é do tipo indutivo e as variáveis em estudo são os pontos de verificação estabelecidos pela W3C (2008) aplicados ou não a sites de museus brasileiros. Em princípio, é discutido o quanto o desenvolvimento das TICs – Tecnologias de Informação e Comunicação – contribuiu para que o acesso aos museus acontecesse de forma mais ampla, por meio da criação dos museus on-line. Em seguida, são explanadas as dificuldades que atingem estes os museus, fazendo uma apresentação das Diretrizes que tratam da acessibilidade na web. Por fim, são apresentados detalhes da aplicação do software validador dessas diretrizes nos conteúdos dos museus selecionados, fazendo uma comparação com pesquisa semelhante realizada em sites de museus portugueses. Os resultados da análise confirmam que as tecnologias utilizadas nos sites de museus ainda não estão inteiramente acessíveis porque os padrões de acessibilidade não estão sendo aplicados.

Palavras-chave: TICs, museus on-line, Acessibilidade.

Link de acesso:

http://portal.anhembi.br/sbds/pdf/34.pdf

(31) Título:  A Exposição como “obra aberta”: breves reflexões sobre interatividade.

Autor: Maria Lucia de Niemeyer Matheus Loureiro; Douglas Falcão Silva.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: X Reunión de la Red de Popularización de la Ciencia y la Tecnología en América Latina y el Caribe (RED POP – UNESCO) y IV Taller “Ciencia, Comunicación y Sociedad”, San José, Costa Rica, 9 al 11 de mayo, 2007.

Quantidade de páginas: 07

Resumo: Este trabalho propõe uma reflexão sobre as chamadas “exposições interativas”, enfatizando aspectos relacionados à interatividade e propondo uma aproximação entre museus de ciência e de arte. Ao lado de questões que relacionam novas tecnologias de informação e obras de arte, e em virtude da ênfase na circulação e acolhida das formas artísticas emergentes, o museu de arte tornou-se, a partir do final do século XX, objeto de debates sobre a interatividade. Nos museus de ciência, por sua vez, as novas tecnologias vieram somar-se às experiências com exposições ditas “hands on”, que solicitavam a intervenção física dos visitantes. Exposições são sistemas intertextuais e, como tal, não devem ser vistas jamais como totalidades fechadas. Por estar sujeita a várias perspectivas de leitura, toda e qualquer exposição é uma “obra aberta”.

Palavras-chave: museu de ciência, museu de arte, interatividade.

Link de acesso:

http://www.cientec.or.cr/pop/2007/BR-MariaLuciaLoureiro.pdf

(32) Título:  A Experimentoteca como Recurso Didático para a Capacitação de Professores.

Autor:  Ferdinando Vinicius Domenes Zapparoli;  Eliana Aparecida Silicz Bueno;  Sergio de Mello Arruda

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional:  Sociedade Brasileira de Química ( SBQ)/ 29a Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química.

Quantidade de páginas: 01

Resumo: Em 13 de maio de 2005 foi inaugurado o Museu de Ciência e Tecnologia de Londrina (MCT-Londrina), que tem como uma de suas propostas a revitalização da Experimentoteca. Dois sub-projetos foram aprovados, “A Experimentoteca no Museu de Ciência e Tecnologia da UEL” (CNPq) e “A Experimentoteca nos cursos de Capacitação para Professores de Ciências” (MEC/SESU), para a revitalização da Experimentoteca e oferecimento de cursos de capacitação para professores de Ciências. Aproveitando essa capacitação, iniciamos um projeto de pesquisa que visa entender os motivos que levam os professores a ministrarem aula de laboratório, bem como, o que os levam a utilizar a Experimentoteca.

Palavras Chave: Experimentoteca, Capacitação de Professores, Laboratório Didático.

Link de acesso:

http://sec.sbq.org.br/cd29ra/resumos/T1677-2.pdf

(33) Título: Serviços Educativos Online nos Museus: Análise das Actividades.

Autor: Sandra Daniela Ferreira Barbosa

Tipologia:  (   )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  ( X )tese  ( ) outros.

Procedência institucional:  Universidade do Minho, Instituto de Educação e Psicologia, Outubro de 2006/ Tese de Mestrado em Educação – Área Tecnologia Educativa

Quantidade de páginas: 148

Resumo: O presente trabalho de investigação teve como objectivo analisar as actividades dos serviços educativos nos sites dos museus portugueses. Estas actividades podem funcionar como uma vertente educacional, uma forma lúdica ou informal de aprendizagem dos conteúdos do museu, uma forma de preparação da visita ao museu ou, posteriormente, na sala de aula como prolongamento da actividade iniciada na visita ao museu in loco. Para a análise dos sites foi concebida uma Grelha de Análise das Actividades Online dos Serviços Educativos nos Museus. Esta grelha integra seis dimensões: Identificação do Museu, Informação Geral, Tipos de Actividades, Funcionalidades, Descrição Temática e Gráfica das Actividades e Apoio ao Utilizador. Cada uma das dimensões inclui subdimensões, totalizando 73 itens. Este instrumento foi avaliado por especialistas. A amostra integrou 115 sites de museus. Da análise realizada, verificámos que pouca informação é disponibilizada, não se tirando partido das potencialidades do museu online, limitando-se o site à informação básica de apresentação institucional. Constatou-se que só surgem Actividades em cinco museus online. As Funcionalidades disponíveis nos serviços educativos são poucas, incidindo sobre a análise de peças e sobre a apresentação de documentação informativa para professores/educadores. À excepção de um caso, todas as actividades online estão directamente ligadas com a temática do Museu em análise. As temáticas inserem-se nas artes decorativas, história religiosa, metrologia (instrumentos de medição) e astronomia. No que concerne ao aspecto Gráfico dos sites analisados (n=115) verificou-se que a grande maioria dos sites apresenta fundo com cor (97%) em detrimento de padrão, 74% dos sites usa caracteres sem serifa e 42% dos sites apresenta o espaçamento entre os parágrafos superior ao das linhas, o que facilita a leitura. O Apoio ao Utilizador só apareceu em 17% dos sites.

Palavras-chave: serviços educativos;  sites de museus; Portugal.

Link de acesso:

http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/6202/1/SERV.%20EDUC.%20ONLINE.pdf

(34) Título: Informação em saúde pública através de sites de museus de ciência: uma nova dinâmica social.

Autor: Mônica Schieck; Cavalcanti, Danielle Pereira & Cavalcanti, Cecília C. B.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional:  Revista TEXTOS de la CiberSociedad, 16. (2008) Monográfico: Internet, sistemas interativos e saúde. Disponible en: http://www.cibersociedad.net.

Quantidade de páginas: [texto em formato php]

Resumo: Estamos averiguando uma nova dinâmica social onde a comunicação ocupa um lugar preponderante. Os Museus  e Centros de Ciência, vistos como espaços de difusão da informação e do conhecimento, assinalam outras perspectivas para a popularização científica. Diante da atual dimensão digital que faz um contraste com o conheciminto tradicional, relatamos neste trabalho a visitação ao sitio do Espaço Ciência Viva, por ocasião da publicação do material sobre a epidemia de Dengue no Rio de Janeiro.

Palavras-chave: Museus; Centro de Ciência; popularização científica; Rio de Janeiro.

Link de acesso:

http://www.cibersociedad.net/textos/articulo.php?art=213

(35) Título: Museus virtuais de ciências: uma revisão e indicações técnicas para o projeto de exposições virtuais.

Autor: Marcelo Leandro Eichler; José Claudio Del Pino.

Tipologia:  (X )artigo  (   )monografia  (   )dissertação  (   )tese  ( ) outros.

Procedência institucional: CINTED-UFRGS,  Novas Tecnologias na Educação, V. 5 Nº 2, Dezembro, 2007.

Quantidade de páginas: 13

Resumo: O desenvolvimento de museus e exposições virtuais de ciências contribui para a qualificação do ensino das ciências, com ênfase na criatividade, experimentação, argumentação e interdisciplinariedade. Neste artigo de revisão, pretendemos indicar alguns argumentos encontrados na literatura sobre a popularização das ciências e a inclusão digital, a didática das ciências e sua relação com a visitação de museus de ciências e as tecnologias utilizadas no desenvolvimento de exposições virtuais. Por fim, sugerimos algumas alternativas técnicas que podem ser utilizadas na implementação de museus virtuais de ciências, exemplificando-as em relação à mineralogia.

Palavras-chave: museu de ciências; educação em ciências; interatividade.

Link de acesso:

http://www.cinted.ufrgs.br/ciclo10/artigos/6d2MarceloLeandro.pdf

(36) Título: O futuro do Museu de História Natural de Sintra (Coleção Miguel Barbosa), na divulgação e ensino das Geociências.

Autor: José M. Brandão

Tipologia: ( X )artigo (  )monografia ( )dissertação ( )tese ( )outros

Procedência institucional: VII Congresso Nacional de Geologia, Livro de resumos, vol. III, p.821-824, Universidade de Évora (Portugal), 2006

Quantidade de páginas: 05

Resumo: O Museu munipal de História Natural de Sintra, em curso de instalação tem por base as coleções de fósseis e minerais reunidas pelo pintor e escritor Miguel Barbosa e esposa. Tendo em consideração as características deste acervo e o previsível universo de utentes, tem vindo a ser esboçado um programa cultural e científico essencialmente dirigido para a divulgação e o ensino (informal) das Ciências da Terra.

Palavras-chave: Sintra; Museu de História Natural; Educação; Divulgação; Geociências.

Link de acesso:

http://repositorio.lneg.pt/bitstream/10400.9/952/1/34112.pdf

(37) Título:  O patrimônio da ciência: importância para a pesquisa.

Autor:  Marta C. Lourenço.

Tipologia: ( X )artigo (  )monografia ( )dissertação ( )tese ( )outros

Procedência institucional: Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio – PPG-PMUS Unirio | MAST, Vol. 2, No 1 (2009).

Quantidade de páginas: 07

Resumo: O património da ciência continua a ser largamente ignorado pelas políticas nacionais dos diferentes países e pelas cartas internacionais relacionadas com o património. As razões são de múltipla ordem. Primeiro porque a sua definição é mais complexa do que as de património arqueológico ou património natural, por exemplo. Em segundo, na maioria dos países, a sua real dimensão é desconhecida, pois o património da ciência é a ‘matéria negra’ do universo do património, o que tem como consequência que seja destruído sem que sequer nos apercebamos. Em terceiro 90% do património da ciência encontra-se em instituições sem condições para a sua preservação e divulgação. Este património, do ponto de vista da tutela, encontra-se em situação vulnerável, de abandono, sujeito à arbitrariedade e em risco de danos irreversíveis ou mesmo de perda irremediável. Finalmente, o património da ciência é geralmente pouco valorizado pelos cientistas e historiadores da ciência. É sobretudo sobre o importante papel destes últimos, que tem vindo a modificar-se nos últimos anos, quer na Europa quer nos Estados Unidos, que trata este artigo. O foco será sobretudo a Europa e a maioria dos exemplos são provenientes das universidades, cuja realidade é a que conheço melhor. Para efeitos do texto, vou considerar uma definição alargada de património científico, isto é a evidência material e imaterial da pesquisa e do ensino das ciências, incluindo as ciências ditas ‘exatas’, as ciências da saúde e as ciências naturais.

Palavras-chave: Ciência. Museu. Coleções. Patrimônio científico.

Link de acesso:

http://revistamuseologiaepatrimonio.mast.br/index.php/ppgpmus/article/view/45/25

(38) Título: Museus como espaços de produção científica e educação do olhar.

Autor: Alex Varela.

Tipologia: ( X )artigo (  )monografia ( )dissertação ( )tese ( )outros

Procedência institucional: Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio – PPG-PMUS Unirio | MAST, Vol. 2, No 1 (2009).

Quantidade de páginas: 03

Resumo: Resenha do livro PODGORNY, Irina; LOPES, Maria Margaret. El desierto en una vitrina. Museos e historia natural en La Argentina, 1810-1890. México: LIMUSA, 2008.

Palavras-chave: museus, História Natural; Argentina.

Link de acesso:

http://revistamuseologiaepatrimonio.mast.br/index.php/ppgpmus/article/view/51/40

(39) Título: AS EXPOSIÇÕES CIENTÍFICAS HANDS-ON SCIENCE COMO FENÔMENOS DE PÚBLICO NO BRASIL E SUAS ESTRATÉGIAS DE DIVULGAÇÃO.

Autor: Elton Alisson de Moura

Tipologia: ( X )artigo (  )monografia ( )dissertação ( )tese ( )outros

Procedência institucional: Foro iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica/ UNICAMP

Quantidade de páginas: 10

Resumo: A partir de 2007 começou a aportar no Brasil um novo gênero de exposições científicas que se tornaram fenômenos de público em diversas partes do mundo onde já tinham sido realizadas. No País, a repercussão dessas exposições que visam estimular a experimentação, a iniciativa e a curiosidade dos visitantes, estimulando-os a entrar em contato direto com os objetos em exposição, também não foi diferente. Exposições no formato hands-on-science como “Corpo humano: real e fascinante” e “Darwin: descubra o homem e a teoria revolucionária que mudou o mundo”, registraram recordes de público e ganharam um enorme espaço editorial nos principais jornais, revistas, páginas na internet e na programação de rádio e televisão em todo o País. Essas exposições que percorreram diversas capitais do mundo atraíram no País uma legião de pessoas não habituadas a freqüentar museus ou exposições científicas tradicionais. Em pesquisas realizadas pelos organizadores com os visitantes sobre como ficaram sabendo da realização das exposições, a maioria declarou que foi, predominantemente, por meio de reportagens, revistas, sites ou jornais. O que denota o papel crucial que os veículos de comunicação tiveram nas estratégias de comunicação dessas exposições para torná-las grandes eventos científicos e culturais no País.

Palavras-chave: exposições científicas – divulgação científica – divulgação cultural

Link de acesso:

http://www.oei.es/forocampinas/PDF_ACTAS/COMUNICACIONES/grupo5/073.pdf

(40) Título: Giovanni Michelotti e sua contribuição às primeiras coleções científicas do Museu Nacional.

Autor: Antonio Carlos Siqueira Fernandes; Vittorio Pane

Tipologia: ( X )artigo (  )monografia ( )dissertação ( )tese ( )outros

Procedência institucional: Revista Filosofia e História da Biologia, v. 2, p. 75-84, 2007.

Quantidade de páginas: 11

Resumo: Em 1836 o advogado e paleontólogo turinense Giovanni Michelotti enviou ao Museu Nacional do Rio de Janeiro uma coleção de material conquiliológico fóssil da Itália. Procedente da região do Piemonte, a coleção, representativa da paleofauna terciária italiana, correspondia a um acervo inestimável para as coleções paleontológicas que se iniciavam na instituição. Permanecendo entre as demais coleções adquiridas ao longo do século XIX e que sofreram constantes perdas no acervo no período, tornou-se de difícil reconhecimento já na metade do século seguinte quando da reformulação das coleções paleontológicas. A análise de documentos e do acervo da atual coleção de paloinvertebrados do Museu Nacional possibilitou seu reencontro, estando a coleção encaminhada por Michelotti hoje limitada a um número menor de exemplares do que a relação constante em sua correspondência. Em virtude do desaparecimento da remessa de material fossilífero anterior à iniciativa de Giovanni Michelotti de que se tem conhecimento, a coleção representa o mais antigo acervo de fósseis do Museu Nacional, sendo reconhecida tanto pelo seu valor histórico como científico. Como complemento a sua importância histórica, representa também a primeira tentativa de intercâmbio internacional por um paleontólogo estrangeiro com a instituição.

Palavras-chave: Giovanni Michelotti; Museu Nacional; coleção científica

Link de acesso:

http://www.abfhib.org/FHB/FHB-02/FHB-v02-05-Antonio-Carlos-Fernandes_Vittorio-Pane.pdf

 

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